quarta-feira, 13 de junho de 2012
Prezi feito especialmente para o Blog...
domingo, 3 de junho de 2012
"Causo" - Aluna Aghata do 8º ano B
Dois “cumpadê” lá de Minas
Um dia num boteco de beira de estrada, dois cumpadê se
reuniram para jogar conversa fora. O cumpadê Josivaldo então começou com suas
lorotas:
- Ô! Cumpadê se num sabe o que aconteceu comigo homem!
Nesses dias atrás, resolvi fazer umas caminhadas noturnas pelas estradas para
saúde, se sabe como é né? E num dia desses, vi um
cachorro do tamanho de um dinossauro e ele começou a correr atrás de mim e
ainda por cima o bicho falava e sabia meu nome! Então, peguei um pedaço de pau
que tinha ali e comecei a bate no bicho até que consegui matá-lo! Sou um
cara valente, não é?
- O loco cumpadê Josivaldo! Um dia desses vou chamar você
para matar um bicho desses que tem lá em casa, que eu não agüento mais. Quando
pego minha espingarda ele some por uns dois dias depois volta.
O cumpadê Josivaldo ficou com medo de ser verdade de seu
cumpadê e nunca mais conto uma lorota exagerada
desse jeito.
Lista de livros do Ensino Fundamental II - 2º Bimestre
6º ano - Meu Pé de Laranja Lima - José Mauro de
Vasconcellos
7º ano - O Pequeno Príncipe -Antoine de Saint-Exupéry
8º ano - Revolução dos Bichos - George Orwell
9 º ano - O Diário de Anne Frank - Anne Frank
7º ano - O Pequeno Príncipe -Antoine de Saint-Exupéry
8º ano - Revolução dos Bichos - George Orwell
9 º ano - O Diário de Anne Frank - Anne Frank
Texto da aluna Luana do 8º ano B
Velas
As velas hoje, são muito pouco usadas. Antes usávamos velas para iluminar um
ambiente na falta de luz, mas hoje elas são substituídas por lanternas,
celulares e outras coisas que iluminam mais o ambiente e são mais práticas.
Hoje as velas são usadas em rituais religiosos, em orações
ou até mesmo em jantares românticos. Mas uma coisa muito útil nas velas é
que você só precisa acender uma e, com ela, pode acender as outras, e assim por
diante. E esse "trabalho" de acender as velas apagadas
ou colocar luz nas que ainda não acenderam é o trabalho dos nossos amigos mais
verdadeiros e da nossa família. A nossa luz é a nossa força para continuar. E é
o que essas "velas" nas nossas vidas fazem: nos dão força para
continuar, assim, compartilham a luz que elas têm e nos deixam mais felizes,
nesse caso, mais iluminados que antes.
Outra coisa que fazemos com as velas é usar a que acendemos
para derreter o fundo das outras, para fixá-las no prato e não as deixar
caírem. Aí está outra função dos nossos amigos e da nossa família: nos manter
com os pés no chão e não nos deixar cair. E aqui vai a minha pergunta: Você já
foi a vela da vida de alguém?
Poesia do aluno Felipe Martin Paro do 7ºA, com o tema: "Para viver bem a adolescência"
Adolescência
Adolescência...
uma fase louca.
Para os pais,
a paciência é pouca.
Adolescência
amigos velhos
e os novos também.
Fazer amizade,
para aumentar a felicidade.
Ir ao cinema,
ou na lanchonete.
Ir ao restaurante
e pedir uma omelete.
Nadar com os amigos,
Ir a praia,
pegar frieira,
Logo depois, jantar ao redor da fogueira.
As brigas evitar.
Com os bons amigos ficar.
A boa companhia é a melhor opção,
e às más, não dê atenção!
O amor por entre o verde
Não é sem freqüência que, à
tarde, chegando à janela, eu vejo um casalzinho de brotos que vem namorar sobre
a pequenina ponte de balaustrada branca que há no parque. Ela é uma menina de
uns 13 anos, o corpo elástico metido nuns blue jeans e num suéter folgadão, os
cabelos puxados para trás num rabinho-de-cavalo que está sempre a balançar para
todos os lados; ele, um garoto de, no máximo, 16, esguio, com pastas de cabelo
a lhe tombar sobre a testa e um ar de quem descobriu a fórmula da vida. Uma
coisa eu lhes asseguro: eles são lindos, e ficam montados, um em frente ao
outro, no corrimão da colunata, os joelhos a se tocarem, os rostos a se
buscarem a todo momento para pequenos segredos, pequenos carinhos, pequenos
beijos. São, na sua extrema juventude, a coisa mais antiga que há no parque,
incluindo velhas árvores que por ali espaçam sua verde sombra; e as momices e
brincadeiras que se fazem dariam para escrever todo um tratado sobre a
arqueologia do amor, pois têm uma tal ancestralidade que nunca se há de saber a
quantos milênios remontam.
Eu os observo por um minuto
apenas para não perturbar-lhes os jogos de mão e misteriosos brinquedos mímicos
com que se entretêm, pois suspeito de que sabem de tudo o que se passa à sua
volta. Às vezes, para descansar da posição, encaixam-se os pescoços e repousam
os rostos um sobre o ombro do outro, como dois cavalinhos carinhosos, e eu vejo
então os olhos da menina percorrerem vagarosamente as coisas em torno, numa
aceitação dos homens, das coisas e da natureza, enquanto os do rapaz mantêm-se
fixos, como a perscrutar desígnios. Depois voltam à posição inicial e se olham
nos olhos, e ela afasta com a mão os cabelos de sobre a fronte do namorado,
para vê-lo melhor e sente-se que eles se amam e dão suspiros de cortar o
coração. De repente o menino parte para uma brutalidade qualquer, torce-lhe o
pulso até ela dizer-lhe o que ele quer ouvir, e ela agarra-o pelos cabelos, e
termina tudo, quando não há passantes, num longo e meticuloso beijo.
Que será, pergunto-me eu em vão,
dessas duas crianças que tão cedo começam a praticar os ritos do amor?
Prosseguirão se amando, ou de súbito, na sua jovem incontinência, procurarão o
contato de outras bocas, de outras mãos, de outros ombros? Quem sabe se amanhã
quando eu chegar à janela, não verei um rapazinho moreno em lugar do louro ou
uma menina com a cabeleira solta em lugar dessa com os cabelos presos?
E se prosseguirem se amando, pergunto-me novamente em vão, será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era exatamente aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?
É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que freqüentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.
E é então que esqueço de tudo e vou olhar nos olhos de minha bem-amada como se nunca a tivesse visto antes. É ela, Deus do céu, é ela! Como a encontrei, não sei. Como chegou até aqui, não vi. Mas é ela, eu sei que é ela porque há um rastro de luz quando ela passa; e quando ela me abre os braços eu me crucifico neles banhado em lágrimas de ternura; e sei que mataria friamente quem quer que lhe causasse dano; e gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos mirando muito além das estrelas.
E se prosseguirem se amando, pergunto-me novamente em vão, será que um dia se casarão e serão felizes? Quando, satisfeita a sua jovem sexualidade, se olharem nos olhos, será que correrão um para o outro e se darão um grande abraço de ternura? Ou será que se desviarão o olhar, para pensar cada um consigo mesmo que ele não era exatamente aquilo que ela pensava e ela era menos bonita ou inteligente do que ele a tinha imaginado?
É um tal milagre encontrar, nesse infinito labirinto de desenganos amorosos, o ser verdadeiramente amado... Esqueço o casalzinho no parque para perder-me por um momento na observação triste, mas fria, desse estranho baile de desencontros, em que freqüentemente aquela que devia ser daquele acaba por bailar com outro porque o esperado nunca chega; e este, no entanto, passou por ela sem que ela o soubesse, suas mãos sem querer se tocaram, eles olharam-se nos olhos por um instante e não se reconheceram.
E é então que esqueço de tudo e vou olhar nos olhos de minha bem-amada como se nunca a tivesse visto antes. É ela, Deus do céu, é ela! Como a encontrei, não sei. Como chegou até aqui, não vi. Mas é ela, eu sei que é ela porque há um rastro de luz quando ela passa; e quando ela me abre os braços eu me crucifico neles banhado em lágrimas de ternura; e sei que mataria friamente quem quer que lhe causasse dano; e gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos mirando muito além das estrelas.
(Para viver um grande amor -
Vinícius de Moraes)
"Causos" - Maria Eduarda - 8º A
A raposa, o coelho e o mentiroso
- Mas bem nesse momento... - relatava José á Seu Alfredo, dono do bar ali da esquina.
- Espera, espera, espera! - interrompeu Seu Alfredo - Comece tudo de novo, você está falando muito depressa, sô!
- Veja, eu estava no rancho do meu cunhado quando ouvi ruídos vindos da mata próxima de onde eu estava, entrei em meio as folhagens e me dei com a seguinte situação: um coelho tentava entrar em um pequeno tronco de árvore oca, procurando se esconder da raposa gigantesca (a maior que eu já vi, na verdade) que tentava devorá-lo. Meus instintos me disseram que eu deveria fazer algo, então pulei na frente da raposa, fazendo-a mostrar os dentes para mim. As árvores altas e robustas bloqueavam a entrada de sol naquela clareira, o que deixava tudo mais amedrontador, mas eu reuni coragem e continuei ali. A raposa se ajeitou para atacar e lentamente eu fui recuando, mas bem nesse momento ela pulou contra mim no mesmo instante que eu, sem querer, enfiava o pé em uma poça de água (por mais incrível que pareça) estonteantemente cristalina.
- Mas, - interrompeu novamente Seu Alfredo - como é possível uma água tão clara em uma floresta tão imunda?
- Você já vai descobrir, deixe-me continuar: então, coloquei os braços ao alto, protegendo minha cabeça, mas de repente um escudo apareceu em minha mão direita e uma lança na esquerda. A raposa deu de frente com o poderoso escudo, e com a lança, eu a matei.
- Mas de onde veio tudo isso, uai?
- Só tem uma explicação: a água era mágica. Eu
tentei apanhar um bocado com um copo, mas toda vez que eu o encostava na água,
a mesma virava gelo! Enfim, peguei a raposa e eu e meu cunhado decidimos
prepará-la e a comemos na janta. Estava uma delícia!
- E o coelho? O que fez com ele? - perguntou Seu Alfredo, intrigado.
- Está lá em casa! Eu o trouxe como mascote para minha filha.
- E eu posso dar uma passada lá na sua casa qualquer dia para ver o sortudo coelhinho?
- Claro, claro, quando quiser! Mas agora Seu Alfredo, tenho que ir, vou buscar minha filha na escola, até outro dia - disse José se despedindo.
Então saiu as pressas do bar e foi ao petshop mais próximo. Eles provavelmente teriam coelhos lá.
- E o coelho? O que fez com ele? - perguntou Seu Alfredo, intrigado.
- Está lá em casa! Eu o trouxe como mascote para minha filha.
- E eu posso dar uma passada lá na sua casa qualquer dia para ver o sortudo coelhinho?
- Claro, claro, quando quiser! Mas agora Seu Alfredo, tenho que ir, vou buscar minha filha na escola, até outro dia - disse José se despedindo.
Então saiu as pressas do bar e foi ao petshop mais próximo. Eles provavelmente teriam coelhos lá.
"Causos" - Aluno Paulo Henriques 8º ano C
“PEIXES”
Era uma manhã linda do dia 1º de abril, Antônio e Geraldo se
encontram na lagoa de sua cidade, Mentirópolis.
Antônio disse:
- Vixe Geraldo, você não tem noção do que está acontecendo
em casa…
- Pode falar companheiro! – disse Geraldo.
- Estão tendo muitas infiltrações, quase que me inunda tudo,
próxima vez nem vou pescar…
Geraldo pensou, pensou e disse:
- Pois então deixe inundar, poderemos pescar e ver TV ao
mesmo tempo…
-Boa ideia – mandou Antônio, que não tinha muita noção.
Dias depois, Geraldo combina com Antônio de ir à sua casa,
mas o combinado não deu certo.
Já era dia 10 de abril quando Antônio chega para Geraldo e
fala:
- Geraldo, Geraldo…
- Fale Antônio, já estava preocupado com você, você não me
dá notícias!
- É que eu tenho uma surpresa para você!
- Pois então pare de enrolar…
- Ontem Geraldo, eu pesquei 999 peixes…
- Impossível, e outra, se isso é mesmo verdade, arredonde
logo para 1000.
- Ora Geraldo, você acha que eu vou passar por mentiroso por
1 peixe…
Resumo do filme "Narradores de Javé" Giovana Ortiz de Camargo Ferreira - 8º ano B
Proposta:
v Observar quem narra a historia.
v Observar a importância de cada personagem e o porquê
que ele foi escolhido para narrar uma determinada parte.
v Observar os elementos do sertão.
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Resumo:
A história começa com alguns amigos em um indeterminado
lugar, bebendo algumas cervejas e conversando. Zé, que narrava à história,
comandava a cidade, era um viajante (ele ia à cidade, comprava as coisas e
vendia para as pessoas do Vale) ele conta uma historia sobre uma cidade e seus
habitantes. A história se passa no Vale de Javé, sobre onde havia caído uma
enorme desgraça, os engenheiros da cidade iriam construir uma hidrelétrica. Por
causa desta construção a cidade seria alagada. Lá as terras eram adquiridas não
por documentos, mas sim através da canção, ou seja, você cantava as suas
terras.
Para salvar a cidade eles tiveram a ideia de escrever a
historia cientifica da cidade, pois a história falada, contada por eles, não
valia nada. Muitas das pessoas que ali viviam eram analfabetas, Antônio Biá,
era o único que sabia ler e escrever. Ele havia trabalhado no correio da
cidade, mas como ninguém sabia escrever, não havia movimento. Estando prestes a
perder o emprego, ele escreve muitas cartas, para todas as pessoas que ele
conhecia na região, difamando as pessoas do Vale. O seu trabalho seria escrever
o que as pessoas iam lhe contar.
Indalécio era o fundador do Vale, após uma guerra contra a
coroa, ele comandou a retirada do povo corajoso que vivia nas terras tomadas
pelo rei, seu interesse era no ouro que ali existia. Ele queria ir para longe
dali, mas não sabia para onde. A única coisa que havia restado para eles era o
sino da cidade.
O primeiro que Biá vai entrevistar é o Seu Vicentino,
Vicentino conta ser parente do fundador, que este era um homem muito
corajoso... Mas Biá acha que falta coisa nessa historia, então ele começa a
inventar e exagerar (como nos contos que estudamos), mas Seu Vicentino não
aceita essas alterações.
O barbeiro da cidade queria ter o nome no livro da historia
da cidade, então ele tenta negociar com o Biá, mas acabam sendo interrompidos.
Maria Teodora, é a segunda entrevistada, ela conta que nessa
época estava ocorrendo uma guerra contra a coroa, mas que ninguém dava
importância a Maria Dina (todos os seus descendentes tem uma marca de
nascença). Após a morte do líder do grupo, ela monta no cavalo e some por um
dia e uma noite, ela guia o grupo até a terra descoberta e então ela canta as
divisas do Vale de Javé.
Já outro morador disse que o líder não morreu em cima do
cavalo, mas sim agachado com desinteria.
As casas do sertão eram feitas de barro e madeira. Biá ia em
varias dessas casas para pesquisar relatos. Ele gostava de escrever com lápis,
pois se errasse com a caneta, não havia como apagar. Todos apareciam para lhe
oferecer historias, tanto que ele nem tinha mais como cuidar da sua própria
vida. As roupas que as pessoas usavam eram simples e leves.
Em seguida dois irmãos, filhos de gêmeos, contam a história
de seus pais e de suas vidas. Mas em vez de contar sobre a cidade, eles contam
sobre a herança. Cada um tinha uma pasta com fotos, documentos...
Daniel, por sua vez, conta sobre o pai dele, mostra o quarto
dele, fotos, etc. Quando ele era pequeno, viu o seu pai matar um homem e por
isso nunca mais teve medo de nada.
Agora Biá entrevista um grupos de “negros”. Estes
acreditavam que o Brasil, fazia parte da África. Na história deles o Indalécio era
um africano e queria voltar para suas origens, mas não sabia o caminho. Havia
também no lugar de “alguma das Marias”, uma guia e símbolo da água, chamada de
Oxun. Ele se cala no meio da historia e se fosse para ele continuar teriam que
esperar três dias. Samuel fazia a tradução do que o idoso e líder dos “negros”
falavam.
Biá fica bêbado na primeira e na segunda noite, mas na
segunda ele tem um sonho de que acontecia uma enchente na casa dele. Bem no dia
seguinte é colocado uma placa, no meio da praça central e os engenheiros já
estavam na cidade.
O matador estava sempre bêbado e falava mal do Vale de Javé,
como se não tivesse importância. Havia um homem da cidade que trazia consigo
uma filmadora. Todos deram a ele depoimentos defendendo sua terra e dizendo que
não iriam a deixar.
De repente Daniel aparece com uma arma para defender todo
mundo que ali morava. De pouco em pouco, as pessoas que ali viviam iam embora e
um homem “louco” toca o sino, ele não estava acostumado a falar, então ele mal
tinha voz. O Zé volta da cidade e todos combinam de se encontrar no armazém,
para ouvir o que o Biá havia escrito. A noite não há nem sinal do Zé, apenas um
menino chega trazendo o livro e um bilhete de Biá. O livro estava em branco,
então eles vão atrás dele e o arrastam até o Vale.
Todos pedem uma explicação, então Biá decide falar a
verdade: “Que os engenheiros não iriam parar a obra por causa de um grupo de
semianalfabetos”. Todos ignoram o que Biá diz, o tempo passa e eles são
obrigados a assistir a cidade ser alagada. Biá volta, chora, pois se sente
culpado pelo o que aconteceu, pois ele nem tentou salvar o Vale.
Ele se senta em um barco e começa a escrever
desesperadamente no livro. Todos começam a contar o que haviam feito depois que
a cidade foi alagada. Era como voltar ao começo da historia.
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Conclusão:
Independente de Biá ter escrito antes ou depois a historia,
não adiantaria em nada, pois o livro não seria oficialmente aprovado como
documento. Ele começa a escrever a historia depois da cidade ser alagada, pois
sem aquele livro, as pessoas poderiam deixar de acreditar até na existência do
Vale de Javé. Também vemos que cada personagem conta a historia exagerando de
forma que contasse vantagem para o seu lado, como em um conto de pescador.
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Em relação ao que aprendemos:
Este filme associa a narração que aprendemos, com o exagero
do conto.
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